sobre-vivendo.

outubro 30, 2008

Tem dias, em que eu acho, que não vivo, SOBREVIVO. tudo me parece tão grande, e inalcançável, que eu pareço tão pequena, como nunca fui. é difícil entender e aceitar que as pessoas, assim como as estações, tem a facilidade de mudar, eu costumava pensar, que sempre que mudávamos, era para o bem, mais conforme as coisas vão acontecendo, percebo o quanto errada estava. algumas vezes, essas mudanças leva do quebrado á inteiro. mas também, pode levar do inteiro ao quebrado, e é isso que dói, que machuca, e deixa feridas imensas. as vezes, é preciso abrir portas para as pessoas e deixá-las entrar, mais as vezes, o melhor que temos que fazer, é fechar essas portas, de baixo de sete chaves. e também, existem aquele tipo de pessoa, que nunca muda, que tá sempre ali, parada, intacta. talvez essa não mude por medo de mudar e errar mais uma vez. mais a vida, é um jogo, então, que mudem-se as cartas, e comece um novo jogo, no qual eu ganho, e você perde.

Socorro, alguém me dê um coração. Que esse já não bate, nem apanha. Uma emoção pequena, qualquer coisa que se sinta… Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva.

Gal Costa

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ninguém consegue quitar as dívidas atrasando o dia do pagamento nem esclarecer dúvidas sem questionar as respostas. não se reconhece o errado sem conhecer o certo. não se pode ir embora sem escutar um adeus. não se fecha a porta com algm do outro lado! não se completam frases com palavras sem acentos e nem terminam histórias sem os seus devidos [e necessários] FINS!

outubro 28, 2008

HAHAHAHA! só porque hoje, é o dia dele! te amo muito, viu, ooow malinha! 😉

MULHERES, HOMENS E XAMPUS

outubro 20, 2008

Um sonoro “não” e o polígrafo confirmou: ele disse a verdade. “Não” foi a resposta de Juca Chaves quando Sílvio Santos perguntou se ele trairia sua esposa mesmo que ela não tivesse como descobrir. Não, ele não trairia. Juca Chaves teve o aval do polígrafo, “a máquina da verdade”, e a aclamação velada do público. Fidelidade é assunto careta para alguns, está fora de moda na tevê, mas, aposto, sem precisar de nenhuma pesquisa, que nove entre dez mulheres gostariam de ter um marido fiel. Nove. Chutando pra baixo.

Fora das telas de tevê e das máquinas da verdade, as mulheres ainda querem fidelidade. As mulheres ainda acreditam em promessas de xampus caros e homens baratos. Compramos sonhos, promessas, juras de amor eterno. Dizemos que os homens são todos iguais, mas queremos escolher a dedo. E, na verdade, nós, mulheres é que somos todas iguais. Seguimos um padrão de beleza (ou nos frustramos por não estar no dito modelo). Compramos xampus de noventa e seis reais com o rótulo em francês e uma linguagem inventada que diz: Masquintense. Acreditamos na pró-vitamina, nas ceramidas, na queratina e em todos os outros nomes tirados de traz da orelha dos publicitários como ceraflash, cera liss system, serum-reparador e uma lista sem fim. Acreditamos simplesmente porque queremos acreditar. No fundo, sabemos que rótulos e nomes estranhos em línguas não identificadas são criados por publicitários. Acreditamos em creme-anti celulite, em remédio para emagrecer em duas semanas, em cara-metade ou no amor das nossas vidas. Acreditamos no pra sempre que nunca se acaba, ao contrário do que dizia Renato Russo. Fazemos planos de encontrar a pessoa certa. Casamos com votos de até que a morte nos separe. Exigimos exclusividade, fidelidade, sinceridade, transparência, respeito, cumplicidade. A lista é extensa e, nesse ponto, somos todas iguais.

Confesso que me deu uma pontinha de inveja da esposa do Juca Chaves. Quer declaração de amor maior que essa, em rede nacional? Eu não faria mesmo que minha esposa jamais fosse descobrir. Pra mim, essa é a verdadeira fidelidade. É a fidelidade da intenção. É simplesmente não ter vontade de fazer. Não apenas ser fiel porque alguém vai ficar sabendo, porque respeito meus filhos, porque sou um cara casado. Não. É porque não tenho vontade. Caraleo! É por isso que todas nós, mulheres, esperamos (sentadas). Esperamos que a gente não precise pedir, implorar, obrigar. Ninguém é obrigado a namorar, a casar e a ficar junto. Ficamos porque queremos. Namoramos, juntamos, casamos pra garantir exclusividade. Aliança, coleira ou gps não são garantia de nada e sabemos muito bem disso. Então, a única garantia que temos é a intenção do outro.

Eu sei que muita mulher toma chifre e finge que não vê ou simplesmente não liga e também faz o mesmo. Mas to dizendo de mim e da maioria das mulheres que conheço. A mulher que não quer dividir o cara que tem dentro de casa, a mulher que não quer homem chegando de madrugada com cheiro de perfume barato, a mulher que abomina o estilinho Reginaldo Rossi de ser. Foi-se o tempo em que as mulheres ficavam em casa fazendo tricô enquanto seus maridos boêmios comiam putas no centro da cidade. Hoje, mesmo ainda acreditando em promessas de homens e xampus, somos independentes, somos livres pra fazer nossas próprias escolhas, somos pouco tolerantes e sabemos muito bem o que queremos. Queremos alguém para quem fidelidade não é obrigação, é uma escolha.

Eu esqueci que tinha um blog, já que escrevo como quem salva a própria vida – talvez tenha tentado afogá-la, esquecendo o tanto de coisas que teria a dizer. E as vezes eu esqueço também que tenho vida além dele. As vezes eu esqueço que prometi ter perdoado, e que prometi que perdoaria. E esqueço o tamanho do amor quase sempre incompreendido que mora aqui. Como se amor pudesse ser compreendido, medido ou analisado por quem quer que seja a não ser quem o sente – ainda menos para quem o sente. As pessoas se dão ao direito de julgar e falar do que não lhes diz respeito, como se estivessem no lugar de Deus, que tudo vê. Quando pensam que podem falar, é quando menos sabem do que dizem. Ignorantes, dignos de desprezo.

O tempo destrói os detalhes, os acontecimentos pequenos. Em parte isso é bom, pois com ele, as coisas mudam de tamanho e de importância, então acabamos esquecendo de coisas supérfluas. Mais eu não acredito que esqueci que a linha que você tem a menos na mão esquerda, eu tenho á mais na mão direita. Nem com qual blusa você estava a ultima vez que te vi. Agora nesse extao momento, eu não me recordo de que lado você penteia o cabelo, sem a consulta de uma foto. Mais engraçado, é que não foram esses dois anos que fizeram isso, mais sim essa semana. Eu espero que você traga de volta as minhas memórias.

a verdade dói.

outubro 8, 2008

vivemos em um mundo REAL. onde não existem pessoas movidas a pilhas, ou com algum tipo de memória limitada e mediocre. Nós sabemos o certo e o errado. nós opinamos. nós fazemos nossas escolhas. sentimos a alegriia, a tristeza. não somos robôs desprovidos de sentimentos e destinados a certas coisas sem pensar, sem questionar. a verdade é que muitos preferem essa vida robotizada ao invez de viver sua própria vida e suas própias emoçoes.. por insegurança, medo das consequencias de seus próprios atos. pois não existem consequencias diferentes dos seus atos. em um mundo de mentira, a verdade dói. =(

não adianta…

outubro 7, 2008

“… Acreditar, que pode ser, melhor assim, tentar crescer, fingir feliz e te deixar para depois. A cada dia que eu morrer, espero que vc morra dois…”  CPM 22 – Não sei viver sem ter você

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Nem adianta eu conversar com você, porque a nossa conversa vai acabar na mesma coisa, num lugar comum, no mesmo ciclo em que eu caio sempre e não consigo sair. Não adianta eu falar do meu amor com quem não tem prioridade nenhuma no assunto. Com quem acredita que o amor seja sinonimo de posse; com um alguém que não sabe se entregar. Não adianta eu querer insistir em um relacionamento falido, menos ainda, investir em outro. Namorar por namorar, e depois falir esses realacionamentos também. Na dúvida do que fazer, acabei parando no meio do caminho. Olhando desesperada com medo de ser atropelada, mais olhando paralítica, imovel, estática. De medo, e de preguiça. Sim, preguiça. Falta de vontade de me arriscar atravessando a estrada; com medo de me arrepender mais uma vez ao chegar do outro lado da rua. Medo de ser abandonada. Não há nada no mundo que me amedronte mais do que a solidão. Entretanto, tudo não passa de um paradoxo. Paradoxo porque já estou só. Não adianta fingir naturalidade, já não sou mais aquela menina natural. Não adianta tentar, porque eu já sei como vai ser o final de tudo isso. Não falar pra você ficar, porque nem mesmo eu sei se quero que você realmente fique.

14!

outubro 6, 2008

não é todo dia que alguém faz 14 anos né? ahieuahieuaheiauhe                                                                   Só porque hoje é o dia DELA! PARABÉNS! que Deus continue te abençoando e que agente ainda posso ter muiitas histórias pra e viver e pra contar! 😉 TE AMO MUITO!

pra vida inteira

outubro 6, 2008

“Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar. Por isso não devemos chorar pelo que foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado. Pois tudo aquilo que é realmente nosso nunca se vai pra sempre.”
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Primeiro foi aquele de 3 meses .
Noventa dias , doze  semanas arrastadas.
“tres mêses não é nada”
realmente não o vejo passar quando me sinto completa, mas assim…
Agora volta com esse lance de 8 meses.
Qual a hora de me dizer que esse papo de namorinho acabou?
Desculpa, é só tristeza.
Eu sei que tá tudo bem e que é lindo . Mas já é a quarta vez que essa chatisse me deixa desse jeito…
Talvez ela tenha descoberto sobre nós e esteja nos comprando aos poucos com seu dinheiro  e lugares inesquecíveis…
Talvez ela não saiba que mesmo assim, tudo isso – talvez – não tenha a mesma graça e beleza estando um de cada vez…
Talvez eu sinta pena por ela ter durante dias o que eu escolhi pra ter a vida inteira.